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O dia em que aprendi a viver

Não estamos aqui para cumprir expectativas alheias. Estamos aqui para viver verdadeiramente. É esta a premissa que acompanha O Dia em Que Aprendi a Viver, um romance luminoso e profundamente humano que convida o leitor a abrandar, escutar e repensar o que realmente importa.

Jonathan tem uma vida que, vista de fora, parece perfeita: estabilidade, reconhecimento, uma rotina segura. Mas tudo muda num encontro inesperado, durante um passeio aparentemente banal pelos cais de São Francisco. Uma mulher lê-lhe a palma da mão e diz-lhe algo que o desarma por completo: «Vais morrer.»

Confrontado com a finitude, Jonathan inicia uma jornada interior que o leva a questionar escolhas, ambições e relações. Percebe que passou anos a viver de acordo com o que era esperado dele, esquecendo-se de escutar a própria voz. E é nesse confronto com o tempo, com o medo e com o silêncio que começa, finalmente, a viver.

Ao longo do romance, somos convidados a caminhar com o protagonista. A caminhada surge como metáfora da presença, do regresso ao essencial, da reconexão com a natureza e consigo próprio. Num mundo dominado pela pressa e pela distração constante, este livro lembra-nos de que viver é sentir, respirar, observar e aceitar.

Com uma escrita simples, sensível e envolvente, O Dia em Que Aprendi a Viver entrelaça ficção, filosofia e espiritualidade num equilíbrio raro. Faz-nos relembrar a nossa coragem, autenticidade e a urgência de viver com presença. Porque, no fundo, a verdadeira vida começa quando deixamos de seguir o que os outros esperam e passamos a ouvir aquilo que o nosso coração pede.

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