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EM PRÉ-VENDA • RECEBA A 25 DE MARÇO DE 2026
Esperarei.
Até ao dia em que digas para te esquecer.
Um grande amor pode tornar-se pequeno ou ser pequeno de raiz, os amores não são todos iguais.
Mas achar que um pequeno amor é melhor que amor nenhum é um erro. Cria espaço para a fragilidade excessiva, que pode dar lugar ao abuso e à agressão.
O amor, independentemente do seu tamanho, tem de ser amor, ainda que tenha arestas, e pode nascer numa aplicação de encontros, numa corrida de táxi, no balcão de uma taberna e, sem preconceito, ser igual ao amor que se encontra numa biblioteca ou nas sombras de uma festa de sábado à noite.
À noite, quando se fica sozinho, é quando há mais tempo e espaço para se pensar no que serão os dias que se seguem, porque, de repente, o amor que era grande saiu a correr para um sítio qualquer, deixando um lugar frio e vazio.
Foi-se embora sem bater com a porta, deixando-a encostada. Nesse espaço entreaberto passaram a viver a esperança de que volte e o medo de que a porta se feche de vez. Entre estas dúvidas nasce a pergunta: esperar ou esquecer?
Tu, que tens este livro na mão, não penses que a vida é diferente das histórias aqui contadas. Em algum momento, vais reconhecer-te nelas. A resposta pode demorar; a inquietação dá lugar ao desengano, a esperança mantém-se, e a espera só não mata o amor porque o amor é mais forte que a esperança. O amor não morre.
LEIA TAMBÉM, DE CLÁUDIO RAMOS:
Será uma vida suficiente para se viver um grande amor?
A história deste livro é a de uma paixão vivida fora de tempo, talvez fora de horas, por duas pessoas que se encontram no lugar certo, mas no tempo errado.
O Rapaz marca uma viragem na escrita e na vida de Cláudio, que se expõe neste romance como nunca o havia feito, deixando no ar a questão sobre as histórias de ficção que se cruzam com a realidade.
SOBRE O AUTOR:
Cláudio Ramos nasceu a 11 de novembro de 1973, às sete da manhã, na sua casa de Luanda, de onde sairia com um ano para se apaixonar para sempre pelo Alentejo e pelas suas gentes.
O Alentejo é o lugar que mantém como seu e de onde faz questão de nunca abalar.
Comunicador nato, estreou-se na televisão em 1999, de onde nunca mais saiu, fazendo disso a sua atividade profissional. Antes, passou pela rádio, pela imprensa escrita e pelo mundo da publicidade.
A escrita é uma das suas camadas na forma de comunicar. Vê nisso a possibilidade de se descobrir, de dar mais a quem o segue e de se ir revelando aos olhos dos outros com as histórias que cria e desenvolve como se fossem filhos, tal é o apego que lhes tem.
Este livro será enviado a prtir do dia a definir.