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Descobrir Tolstói em três contos

A segunda edição da nossa coleção Clássicos da Literatura Mundial apresenta-nos Lev Tolstói em três contos breves que continuam a ter expressão ao longo das gerações. Cada história é uma pequena parábola que nos faz refletir sobre ambição, amor, solidariedade e o sentido da vida.

De Quanta Terra Precisa o Homem

Pakhóm é um homem simples, trabalhador da terra, mas inquieto: deseja sempre mais. Mais campos, mais segurança, mais controlo sobre a (sua) vida. Eis que lhe surge a oportunidade de conquistar toda a terra que conseguir percorrer entre o nascer e o pôr do sol. Assim, entrega-se a uma corrida silenciosa contra o tempo, o corpo e a consciência. A narrativa termina com uma epifania: «Afinal, quanto é suficiente para um Homem?»

Três Perguntas

Um rei procura respostas para as três perguntas que considera mais importantes:

1. Que tempo é preciso conhecer e não deixar escapar para evitar arrependimentos futuros?
2. Quem são as pessoas mais necessárias e, por conseguinte, aquelas a quem devemos prestar mais atenção?
3. E quais são os assuntos mais importantes e de que devemos ocupar-nos primeiro

Ninguém parece dar-lhe respostas satisfatórias, por isso o rei visita um sábio que não lhe responde, antes lhe mostra que o momento mais importante é o agora, a pessoa mais importante é com quem estamos, e a ação mais relevante é fazer o bem a essas pessoas. 

O que Faz Viver os Homens

Simon, um sapateiro humilde, encontra um homem nu e ferido à beira da estrada. Ao ajudá-lo, descobre que se trata de um anjo chamado Michael, enviado ao mundo para aprender três lições sobre a vida: o que reside em nós, o que não nos é dado saber e por que vivemos. Entre sapatos, gestos solidários e pequenos milagres, Tolstói mostra que todos vivemos pelo amor e pela compaixão que temos uns pelos outros, não apenas pelos próprios interesses.

Apesar de escritos no século XIX, estes contos continuam atuais. A simplicidade da narrativa esconde uma profundidade filosófica que nos faz questionar: «O que é realmente essencial na vida?»

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