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de Jean Giono
Nota: Esta é uma reedição, com nova capa.
«Só quem cavou a terra para acomodar uma raiz ou a esperança dela poderia ter escrito a narrativa que é O Homem que Plantava Árvores.» José Saramago
O Homem que Plantava Árvores, de Jean Giono, é uma narrativa breve e luminosa, uma verdadeira joia da literatura universal que conquistou leitores em todo o mundo.
Esta é a história de um homem simples que, através de um esforço solitário, paciente e silencioso, consegue transformar uma região árida e esquecida num lugar extraordinário.
Com as próprias mãos e uma dedicação incansável, faz nascer do nada uma floresta inteira, criando um ecossistema rico, equilibrado e sustentável. A sua ação discreta prova que, mesmo os gestos mais pequenos, podem gerar mudanças profundas e duradouras, e lembra-nos de como as nossas pequenas ações diárias podem ter um grande impacto com o decorrer dos anos.
Uma parábola intemporal sobre a missão do ser humano no planeta e sobre o poder transformador das suas ações quando guiadas pela generosidade e pela persistência.
Um verdadeiro hino de esperança, generosidade, fé, humildade, perseverança e amor à vida.
Jean Giono criou Elzéard Bouffier, o homem que plantava árvores, não a partir de uma figura histórica concreta, mas como uma criação literária deliberada, pensada como parábola. Inspirou-se nas suas longas caminhadas pela Provença, na observação de campos abandonados e na convicção profunda de que a ação paciente de um único indivíduo pode transformar a paisagem e a vida à sua volta.
SOBRE O AUTOR:
Jean Giono (1895–1970) foi um dos mais importantes escritores franceses do século XX. Nasceu em Manosque, no sul de França, região da Provença que marcou profundamente a sua obra, tanto pelo cenário natural como pelo espírito rural e humanista que a atravessa.
Autodidata, filho de um casal humilde, trabalhou desde muito jovem. A experiência traumática da Primeira Guerra Mundial, onde serviu como soldado, tornou-o num pacifista convicto e influenciou decisivamente a sua visão crítica da violência, do progresso cego e do afastamento do ser humano da natureza.
A sua obra, que inclui romances, contos e ensaios, celebra a ligação entre o homem e a terra, a vida simples e a responsabilidade individual. O Homem que Plantava Árvores é uma das suas narrativas mais universais e traduzidas.
Ao dar à narrativa um tom quase documental, Giono quis que a história parecesse verdadeira, e fê-lo tão bem que muitos leitores acreditaram durante anos na existência real de Bouffier. A floresta descrita no livro não corresponde a um caso histórico específico, antes simboliza a capacidade humana de regenerar a terra, fazer regressar a água, os prados e a vida onde antes havia apenas aridez.
Giono decidiu oferecer este texto livremente, sem procurar qualquer lucro. «É uma das histórias de que mais me orgulho», afirmou. «Não me traz um único centavo, e é por isso mesmo que cumpre aquilo que nela vem escrito.»
Este livro será enviado a prtir do dia a definir.