Título do menu
Atualmente, esta secção não inclui nenhum conteúdo. Adicione conteúdo nesta secção usando a barra lateral.
Your headline
Image caption appears here
$49.00
Add your deal, information or promotional text
EM PRÉ-VENDA • RECEBA A 06 DE OUTUBRO DE 2026
A liberdade perde-se muito antes de percebermos que deixámos de a possuir.
Um clássico sobre poder e liberdade
Quanto poder entregamos simplesmente porque nos habituámos a obedecer?
La Boétie recusa a ideia de que a tirania se sustente apenas pela força. Nenhum governante domina sozinho: o poder alimenta-se também do hábito, do medo, do interesse, dos privilégios e da cumplicidade de quem o sustenta. Aos poucos, aquilo que começou por ser imposição pode transformar-se em costume.
«O poder não vive apenas da força. Vive também da obediência.»
Quem nasce num sistema de submissão pode acabar por aceitá-lo como natural. E o poder sabe reforçar essa aceitação através de recompensas, distrações e vantagens que criam uma rede de dependências à sua volta.
É aqui que a tese de La Boétie se torna radical: se o poder depende de quem o sustenta, também pode enfraquecer quando esse apoio desaparece.
Breve, incisivo e surpreendentemente atual, Discurso sobre a Servidão Voluntária continua a confrontar-nos com uma pergunta essencial: Porque continuamos a obedecer?
«É quando a morte impera que o milagre da obediência se revela aos nossos olhos.» Simone Weil
«Um discurso em honra da liberdade contra os tiranos.» Michel de Montaigne
SOBRE O AUTOR:
Étienne de La Boétie nasceu em 1530, em Sarlat, no sudoeste de França, numa família ligada à magistratura. Estudou Direito na Universidade de Orleães, onde se destacou pela sua formação humanista e pelo interesse pelos autores clássicos, filosofia e política.
Ainda muito jovem, escreveu Discurso sobre a Servidão Voluntária, obra que viria a tornar-se um dos textos mais influentes sobre a liberdade, a obediência e os mecanismos do poder. Embora tenha circulado inicialmente de forma restrita, o ensaio ganhou notoriedade após a morte do autor e tornou-se uma referência do pensamento político moderno.
La Boétie exerceu funções como magistrado no Parlamento de Bordéus, onde conheceu Michel de Montaigne. Entre os dois nasceu uma amizade profunda, eternizada por Montaigne nos seus Ensaios e frequentemente lembrada como uma das amizades mais célebres da história da literatura.
Além da reflexão política, La Boétie dedicou-se à poesia, à tradução e ao estudo dos clássicos. Morreu prematuramente em 1563, com apenas 32 anos, deixando uma obra breve, mas de influência duradoura.
Este livro será enviado a prtir do dia a definir.