Se os seus tropes preferidos são inimigos para amantes, proximidade forçada, tensão impossível de ignorar e um homem emocionalmente indisponível que começa a agir suspeitosamente apaixonado, então Eu Prometo Ficar Só Contigo, de Nadia Lee, é para adicionar já à TBR.
Lucienne Peery é obrigada a casar com Sebastian Lasker, o maior rival da sua família e o último homem com quem deveria envolver-se.
O plano é simples: um casamento de conveniência, regras claras e nada de sentimentos. Mas, como qualquer leitora de romance sabe, «nada de sentimentos» é basicamente um convite para o caos emocional, não é?
Sebastian é implacável, controlador e está furioso por ter de proteger a empresa através deste casamento. Lucienne, por sua vez, entra no acordo com os olhos abertos. O problema? Cada olhar demorado, cada toque acidental e cada momento de proximidade começam a transformar um contrato frio em algo muito mais perigoso: intimidade real.
E aqui está o hook que vai deixar toda a gente rendida a este casal: ele começa a tratar o casamento como se fosse verdadeiro. Mas será que Sebastian deixou mesmo de ver tudo como negócio, ou está apenas a jogar um jogo que Lucienne não consegue perder? Quando a confiança é destruída, a pergunta deixa de ser «vão ficar juntos?» e passa a ser «deve ela perdoá-lo?».
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