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Ler: em papel ou no ecrã? - Alma dos Livros

Ler: em papel ou no ecrã?

Os gostos dividem-se: há quem não viva sem o cheiro e o toque dos livros e quem já se tenha rendido às vantagens dos ecrãs. Vários estudos publicados nos últimos anos confirmam que é mais fácil compreender e memorizar o que é lido no formato tradicional e a ciência fala mesmo numa clara "superioridade do papel”. Ainda assim, ler através dos ecrãs também tem vantagens.

Quem prefere os e-readers realça o facto dos livros digitais serem mais fáceis de transportar, serem mais baratos e estarem à distância de um clique, por exemplo. Além disso, os dicionários integrados e os tamanhos de texto ajustáveis são vantagens que só a tecnologia pode proporcionar.

Porém, ler em papel é ativar um conjunto de emoções que só um livro físico é capaz de transmitir. Por mais ecrãs que entrem na nossa vida, ainda nenhum foi capaz de nos fazer sentir o mesmo que um livro em papel.

Além da visão, o cheiro e o toque têm aqui um papel muito especial. Abrir um livro é acionar uma panóplia de sentidos e sensações. Ler em papel é como regressar à infância, defendem muitos leitores. É viver uma experiência sensorial única, despertar memórias antigas e reviver dias felizes.

Em papel ou no ecrã, os livros só querem ser lidos. Não são esquisitos nem exigentes. E nós, os leitores, temos liberdade de escolha. Ou podemos nem escolher e ler em papel e no ecrã. Qualquer que seja o suporte, o mais importante, de facto, é ler.

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